segunda-feira, 9 de abril de 2012

Aulas_23 e 24 de Outubro

Produção e Edição do Repórter Unicap 1

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Aulas 27 e 28 de Outubro

Edição Estúdio das Matérias: Mercado, Olinda e Repórter Unicap

Programação para Cobertura da Fliporto 2008

A terceira versão da FLIPORTO, realizada em setembro do ano passado, internacionalizou-se e transformou o Brasil em um pólo congregador dos países latino-americanos, treze deles fazendo-se representar através de vários de seus escritores: Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, México, Nicarágua, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana,Uruguai, Venezuela. Angola foi representada por Agualusa e a Galícia por Xosé Lois Garcia. Foram ao todo 135 participantes, sendo 40 estrangeiros (cinco deles radicados em Pernambuco), 40 escritores dos vários Estados e 55 pernambucanos.
Os homenageados foram: Frida Kahlo; que no ano passado completaria 100 anos de nascimento, Hermilo Borba Filho; Ariano Suassuna; Gabriel García Márquez; Moacyr Scliar; Gabriela Mistral; Carice Lispector; Nélida Piñon; Marcus Accioly; Abreu e Lima e José Olympio. Entre os muitos escritores, Antonio Torres, Antonio Carlos Secchin, Márcio Souza, Sábato Magaldi, Thiago de Mello, Vicente Franz Cecim (Brasil); Fabian Casas (Argentina); Armando Romero e Daleth Restrepo (Colômbia), Alex Pausides e Aitana Alberti (Cuba); Odi González (Peru), Francisco Ruiz Udiel (Nicarágua), Etnairis Rivera(Porto Rico), Rei Berroa (República Dominicana).
A escritora Nélida Piñon foi responsável pela apoteose da abertura: "toda a história humana pode estar dentro de uma frase feliz", afirmou. Primeira mulher a presidir a Academia Brasileira de Letras, ocupando hoje a cadeira de número 30, e uma das principais homenageadas da FLIPORTO, Nélida repartiu experiências de criação com o público. "Acredito que não se pode ser um escritor moderno sem ser arcaico. Precisamos de no mínimo cinco mil anos de inspiração", defendeu a escritora, reverenciando a importância e contribuição da história para a literatura. Confessa apaixonada pelos clássicos gregos como Homero (autor de Ilíada e Odisséia) e do filósofo Aristóteles, Nélida acredita que "a arte nasce do caos, da riqueza humana”. A apoteose do encerramento esteve a cargo de Ariano Suassuna, com uma extraordinária aula-espetáculo, causando delírio na multidão que se comprimia no grande auditório do Hotel Armação.
O Brasil literário estava distanciado do resto da América Latina, acredito que a FLIPORTO contribuiu para uma reaproximação. De uma maneira quase informal, possibilitamos uma aproximação entre os escritores com o público que participou ativamente dos painéis. Sempre buscando a troca de experiências, a curadoria organizou os painéis mesclando escritores brasileiros com estrangeiros para ressaltar a diversidade e estimular a troca de experiências. Se as duas versões iniciais da FLIPORTO colocaram a cidade de Porto de Galinhas no calendário cultural do Estado de Pernambuco, a terceira lhe deu um destaque entre os encontros literários nacionais e internacionais. A partir de uma conjugação de lastro acadêmico atualizado com a vitalidade da presença do autor e do livro, em painéis estruturados conforme motivações estéticas e ideológicas, foi construída uma plataforma leve, ágil, mas consistente e profunda, no trato da literatura. Um formato de evento especial que retrata a experiência intercultural e a partir dela fez evoluir as exposições e debates, palestras, recitais, entrevistas e leituras. Curiosas oficinas literárias, como a de poesia quéchua pelo peruano Odi Gonzales, chamaram a atenção do público para culturas ancestrais da América Latina, mostrando como a cultura maia, por exemplo, antecipou, em muitos séculos, a linguagem cifrada dos modernos computadores.
Na praia de Porto de Galinhas, antigo porto de escravos, nos dias 06 a 09 de novembro, dar-se-á o encontro/reencontro das etnias: escritores de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, debatendo temas de interesse comum com escritores brasileiros, hispano-americanos, autores portugueses e espanhóis estudiosos do pós-colonialismo, teóricos fundamentais contemporâneos dos estudos inter-étnicos e culturais.
E dar-se-á a travessia do Atlântico, mas no sentido inverso ao dos navios negreiros que trouxeram ao nosso continente mais de 9 milhões de escravos, a partir dos primeiros anos do século XVI. Aos 120 anos da Abolição, celebraremos o significado da África no Brasil e na América Latina, nós, afro-brasileiros, afro-latinos, latino-americanos a congregar os vários desdobramentos da diáspora africana nestes tempos pós-coloniais. Conscientes de suas vastas raízes, sabedores que os próprios iberos colonizadores já traziam dentro de si o sangue norte-africano, após oito séculos em que eles dominaram a península.
A FLIPORTO acontece de forma descentralizada, com programações literária, social, infantil e gastronômica. Este ano, a festa amplia o leque de opções para os participantes ao incluir um circuito turístico-cultural e um circuito de artes visuais, com exposições de artes plásticas e de fotografia. Quem estiver à distância, poderá acompanhar as discussões através de uma TV e Rádio ao vivo através da Internet.
Tudo dentro da perspectiva característica da FLIPORTO, que não vê a literatura como mero entretenimento, mas como fator educacional de formação humanística, de equilíbrio existencial por meio da imaginação, como parte arquetípica e ancestral da cultura, como princípio ético/estético a preencher o vazio e fortalecer no homem a coragem, a resistência, o gosto da beleza, a busca de si mesmo, a solidariedade e a alegria de, através do texto literário, comemorar o sonho e a magia de estar vivo, por entre a injustiça, o sofrimento e o absurdo.
Fonte: fliporto.net

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Cobertura Toritama


Cobertura de Toritama_A Capital do Jeans


Sábado, 22 de Novembro de 2008
Saída: 7hs (enfrente ao Colégio Liceu/Nóbrega)
Chegada: 19hs (enfrente ao Colégio Liceu/Nóbrega)













Rota da Moda e da Confecção

O pólo têxtil do Agreste está na base desta rota, que é uma das mais visitadas de Pernambuco. Impulsionadas pelo forte comércio de vestuário, Toritama, Taquaritinga do Norte e Santa Cruz do Capibaribe formam a rota.
Toritama, (170km do Recife), concentra o maior pólo de confecção de jeans do Estado. A “capital do Jeans”, como é conhecida, possui em torno de mil indústrias de confecções e emprega mais de 10 mil funcionários. Diariamente, milhares de pessoas passam pelo centro de confecções de Toritama, muitas vindas de estados vizinhos.
Em Taquaritinga do Norte, a força do município vem da produção de camisas e peças íntimas, que chamam a atenção pelos preços acessíveis, atrelados a uma boa qualidade de seus produtos. Além disso, o clima ameno e agradável, os hotéis-fazenda e a receptividade da população local atraem o turista para a cidade.
Santa Cruz do Capibaribe é a última cidade da Rota da Moda e da Confecção, mas é primeira quando falamos de economia. Os números do município são impressionantes devido ao forte sucesso da indústria têxtil. A cidade é hoje a segunda com a menor taxa de pobreza do Estado, perdendo apenas para o distrito de Fernando de Noronha.
Tamanho sucesso foi chamado de milagre da sulanca e pode ser representado pelos números do “Moda Center Santa Cruz” que possui uma área total de mais de 300 mil m², mais de 6 mil boxes de feira, mais de 500 lojas, uma área coberta de 80 mil m², praças de alimentação, setor bancário, posto de saúde, segurança e informação e uma área de estacionamento para mais de 3000 veículos. Essa mobilidade econômica serve para mostrar porque a cidade de Santa Cruz do Capibaribe é a que mais cresceu em Pernambuco nos últimos 10 anos, segundo dados do IBGE.

Aula_20 e 21 de Outubro


Aula_20 e 21 de Outubro_Sala 505_Turmas TL1, TL0 e TL9

Edição das matérias do Mercado de São José
Finalização dos Textos
Edição das entrevistas
Distribuição do Texto Gêneros Jornalísticos